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VBL solicita a prefeitura reajuste no valor das tarifas para o transporte de passageiro.

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A empresa protocolou junto a prefeitura e Imperatriz, no dia 7 de Abril, o pedido de reajuste no valor das tarifas praticadas nas passagens do transporte coletivo em Imperatriz. Segundo a empresa, o valor do reajuste, segue uma escala que prever o aumento de 2,30 para 2,70 neste primeiro momento, e até 3.00 no segundo semestre, ( fim do ano). Ainda segundo a direção da VBL, há seis anos a empresa não pratica reajustes em suas tarifas, mesmo com o aumento de salários, óleo diesel, peças, pneus e outros encargos e insumos ao longo deste período.
O pedido foi feito a prefeitura, os vereadores já analisaram o pedido e responderam ao gabinete do chefe do poder executivo. Como o prefeito está de férias na China e em Nova York (USA), somente após a semana santa ele deve se pronunciar sobre o reajuste nos preços das passagens do transporte coletivo de Imperatriz.
Em entrevista nesta terça feira a imprensa, o vereador José Carlos Soares, líder do governo na câmara, disse ser justa a reivindicação da empresa neste momento, "é muito justa a solicitação para correção no valor das tarifas, pois todas as categorias reclamam reajuste de salários todos os anos, e na empresa não é diferente. Agora cabe ao prefeito deliberar sobre a questão. Afinal, já são seis anos sem aumento nas passagens, se o parecer do município for contrario, a empresa pode buscar a correção na justiça, como já foi feito em outros momentos, a empresa renovou sua frota e está cumprindo suas obrigações no transporte público de Imperatriz". Salientou José Carlos Soares.

Para Graça Foster, compra de Pasadena pela Petrobras "não foi bom negócio"

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A presidenta da Petrobras, Graça Foster, reconheceu nesta terça-feira (15) que a compra pela estatal brasileira da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi um bom projeto no início, mas que se transformou em um projeto de baixa possibilidade de retorno. "Hoje, olhando aqueles dados, não foi um bom negócio, não pode ser um bom negócio. Isso é inquestionável do ponto de vista contábil." Segundo ela, o prejuízo para a Petrobras com aquisição da refinaria foi US$ 530 milhões.

A avaliação foi feita em audiência pública que acontece nas comissões de Assuntos Econômicos e na de Fiscalização e Controle do Senado, onde Graça foi convidada para falar sobre as denúncias de irregularidades na estatal, como a compra da refinaria. Para uma comissão lotada de jornalistas, parlamentares da base aliada ao governo e de oposição, Graça Foster esclareceu ainda que o custo total da transação US$ 1,25 bilhões.

A executiva admitiu que em fevereiro de 2006 houve falhas por parte da direção da área internacional da empresa, ao apresentar o projeto ao Conselho de Administração da estatal, que autorizou a compra de 50% da refinaria.

“Em nenhum momento no resumo executivo, na apresentação de PowerPoint feita pela direção da área internacional à época foram citadas duas condições muito importantes: não se falou da Cláusula de Put Option no resumo executivo, nem na apresentação de PowerPoint e também não se falou da Cláusula de Marlim”, admitiu.

Para Graça Foster, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a compra de 50% de uma refinaria e não houve, nesses dois documentos, nenhuma citação à intenção e à obrigatoriedade de compra dos 50% remanescentes. “Esse foi o trabalho feito. Um resumo executivo, sem citação dessas duas cláusulas contratuais completamente importantes. O valor autorizado pelo Conselho de Administração foi US$359.285.714,30. Essa foi tão somente a aprovação feita”, ressaltou.

Responsabilizando a área internacional da empresa pela falha, Graça afirmou que quando uma apresentação é feita para o Conselho de Administração, quando se trata de resumo executivo, ele deve conter todas as informações necessárias e suficientes para a devida avaliação do que se pretende fazer. “Além disso, é obrigação de quem leva para a Diretoria apontar os pontos fracos e frágeis da operação. Não há operação 100% segura. Não existe isso, imagino, em nenhuma atividade comercial e, certamente, não existe na indústria de petróleo e gás”, destacou.

Desde que vieram à tona as denúncias de que houve superfaturamento na compra da refinaria pela estatal brasileira, esta é a primeira vez que uma autoridade do governo vem oficialmente ao Congresso falar sobre o assunto.

Governo estima salário mínimo de R$ 779 para 2015

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Com estimativa de crescimento da economia de 3% e inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 5% para 2015, o governo encaminhou nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015 (LDO-2015). Pelo projeto, o salário mínimo será reajustado em 7,71% e vai ficar em R$ 779,79 em 2015.

O governo estima que o superávit primário para o setor público consolidado será de R$ 143,3 bilhões, valor que corresponde a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Com o abatimento dos R$ 28,7 bilhões destinados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a meta do superávit primário fica em R$ 114,7 bilhões (ou 2% do PIB).

Superávit primário é a poupança para pagar os juros da dívida que o governo tem com outros países e outros credores. Na medida em que o país consegue alcançar as metas de superávits primários, indica que tem condições de pagar suas dividas.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem como principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e da seguridade social e de investimento dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, das empresas públicas e das autarquias.

Com a LDO, o governo estabelece as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro do ano seguinte.

A LDO tem de ser enviada pelo Executivo ao Congresso até 15 de abril e aprovada pelo Legislativo até 30 de junho. Se não for aprovada nesse período, o Congresso não pode ter recesso em julho. A aprovação da LDO é a base para elaborar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve ser apreciada pelo Congresso Nacional até agosto.

Como é lei, após sancionada, nenhum governante deve aumentar despesas, gastar mais do que está previsto na Lei Orçamentária ou criar novos impostos para o pagamento de suas contas sem autorização do Legislativo.

Com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a LDO passou a ter um papel importante na condução da política fiscal do governo, devendo estabelecer e indicar as metas fiscais a serem atingidas a cada exercício financeiro a que se refere.

Ministério Público pede afastamento de Ricardo Murad da secretaria de Saúde

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O Ministério Público do Estado (MP/MA), ajuizou, no último dia 4 deste mês, uma ação civil pública de improbidade administrativa com pedido cautelar de afastamento do secretário estadual de saúde do Maranhão, Ricardo Murad – e hoje também titular da segurança. A medida foi tomada após vários casos de descumprimento das ordens expedidas pelo Juízo da Fazenda Pública de Imperatriz, o que demonstrou a omissão ímproba do secretário.

Imperatriz é hoje sede regional de saúde e para onde são referenciados diversos atendimentos de média e alta complexidade de usuários do sul do Maranhão, oeste do Pará e norte do Tocantins. Além da posição geográfica estratégica do município, diversas ações e serviços de saúde são negligenciados pelos gestores públicos, o que motiva o encaminhamento de ações para o poder judiciário, como forma de garantir atendimentos, consultas, exames e tratamentos.

Segundo o MP, as demandas que chegam ao Poder Judiciário, mais precisamente pelo Juízo da Fazenda Pública que determina liminarmente a concessão do usuário que precisa utilizar procedimentos de saúde, não são cumpridas pela Secretaria Estadual da Saúde. Diante dessa situação, o MP instaurou o Procedimento Preliminar Investigatório nº 06/2014 – 5ª PJEsp no qual mostrou em seus resultados a baixíssima resolutividade das demandas judiciais liminares.

A investigação foi feita nas ações que requeriam quimioterapias, radioterapias e fornecimento de medicamentos. Dos 10 casos investigados, metade não tiveram resolutividade e a outra metade não foi cumprida espontaneamente, além de 20% que evoluíram a óbito por falta de tratamento.

“A ação foi instaurada porque o secretário de saúde está deixando de cumprir ordens de seu ofício” afirma o promotor responsável pelo caso, Eduardo Lopes, e acrescenta “Isso se fez necessário para que sejam cumpridas as ordens judiciais sob pena de perda de cargo, já que quem está hoje na secretaria não está cumprindo”.

Com informações do MP/MA

Terceiro preso é encontrado morto em três dias no Complexo Penitenciário de Pedrinhas

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Mais um detento foi assassinado na noite desta segunda-feira (14), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Com a morte, sobe para sete, o número de presos que perderam a vida em Pedrinhas em 2014, três deles morreram nos últimos três dias. Além destes, mais um preso foi morto na Central de Custódia e Presos de Justiça (CCPJ) do Anil.

O detento identificado como André Valber Mendes, de 26 anos, foi encontrado enforcado no pavilhão Delta do Centro de Detenção Provisória (CDP). Contando com outras mortes registradas em unidades prisionais do estado, já são onze os presos mortos no Maranhão.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informou que a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios, está investigando a morte de André Walber Mendes, ocorrida na noite de segunda-feira (14), no Centro de Detenção Provisória (CDP) em Pedrinhas. Ainda de acordo com a Sejap, o detento, que foi encontrado com sinais de enforcamento, cumpria pena pelo crime de assalto.

Mais mortes

No sábado (12) a noite, o detento João Altair Oliveira Silva, de 18 anos, foi encontrado pelos monitores no corredor da unidade, na Central de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ), com perfurações pelo corpo. Já no domingo (13), Wesley Sousa Pereira foi encontrado enforcado em uma das celas do bloco D do Presídio São Luís I. O detento tinha 23 anos e foi preso por tráfico de drogas.

As outras mortes registradas no complexo neste ano foram de Pedro Viegas, estrangulado no interior de uma cela; Sildener Pinheiro Martins, que teve o corpo encontrado em uma cela do Centro de Detenção Provisória; Josivaldo Pinheiro Lindoso, que estava no Centro de Triagem, para onde tinha sido levado apenas dois dias antes, quando foi detido, e apresentava indícios de estrangulamento; e Jô de Souza Nojosa, que cumpria pena no CCPJ, também estrangulado.

Duzentos e trinta detentos são beneficiados pela Justiça com saída provisória

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Duzentos e trinta apenados foram beneficiados com a saída temporária no feriado da Semana Santa, segundo a Corregedoria Geral de Justiça do Maranhão. A medida foi autorizada por meio da portaria assinada pelas juízas Ana Maria Almeira Vieira e Sara Fernanda Gama, titular e auxiliar da 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís, respectivamente.

A saída dos beneficiados aconteceu após reunião designada pela portaria para as 10h da manhã desta terça-feira (15), que servirá para repassar advertências, esclarecimentos complementares e assinatura de termo de compromisso pelos presos. O retorno deve acontecer até as 18h do dia 21 de abril.

As saídas temporárias têm base na Lei de Execuções Penais (artigos 122 a 125). De acordo com a LEP, “a autorização será concedida por ato motivado do juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a Administração Penitenciária e cumpridos os seguintes requisitos: comportamento adequado; cumprimento mínimo de um sexto da pena, se o condenado for primário, e um quarto, se reincidente; compatibilidade do benefício com os objetivos da pena”.

Durante o período do benefício, os internos contemplados com a saída temporária não podem se ausentar do Estado, ingerir bebida alcoólica, portar armas, frequentar festas, bares ou similares, devendo se recolher às suas residências até as 20h.

De acordo com a portaria, os apenados estão autorizados a “visitar os familiares em comemoração à Semana Santa” com base na Lei de Execuções Penais (artigos 122 a 125).

Na lista, estão os detentos que cumprem os seguintes requisitos: comportamento adequado, cumprimento mínimo de um sexto da pena se o condenado for primário, e um quarto se reincidente, compatibilidade do benefício com os objetivos da pena.

Plenário deve votar hoje novo regime de contratação para obras públicas

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O Plenário da Câmara dos Deputados prossegue hoje o esforço concentrado de votações. Em sessão extraordinária marcada para as 13h30, os deputados deverão votar a Medida Provisória 630/13, cujo relatório ampliou para todas as obras públicas o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), e a MP 631/13, que agiliza o repasse de recursos federais para ações de prevenção, recuperação e resposta em áreas de risco de desastres.

Para limpar a pauta, os deputados também precisam votar o projeto que reabre o prazo para requerimento da moratória e do parcelamento previstos no Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior (PL 6809/13). Esse projeto tramita em regime de urgência constitucional.

Licitações
A oposição avisou que não vai obstruir a MP 630, mas vai votar contra. PSDB, DEM e PPS querem restabelecer o texto original da proposta, que previa o uso do RDC apenas nas obras de presídios. Criado para a Copa e para as Olimpíadas, o RDC eliminou prazos, inverteu fases da contratação e também criou uma modalidade que permite ao poder público contratar uma empresa para fazer toda a obra – do projeto ao acabamento final.

Para o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), ao ampliar o RDC para todas as obras, o governo acaba com a Lei de Licitações. “Vamos, no voto, lutar pelo texto original desta MP, com o RDC apenas para obras de prisões”, disse.

Já o líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu a medida. Ele lembrou que não se trata de uma imposição, ou seja, o prefeito ou governador vai poder optar por fazer a obra por meio do RDC ou pela Lei de Licitações.

Pauta extensa
Em seguida, o Plenário abrirá nova sessão extraordinária com 12 propostas em pauta, além de oito requerimentos de urgência para votação de outros projetos. Estão pautados temas como o enquadramento da corrupção na lista de crimes hediondos (PL 5900/13); o fim do auto de resistência (PL 4471/12); quatro propostas da CPMI da Violência contra a Mulher (PLs 6293/13, 6294/13, 6295/13 e 6296/13); a regulamentação dos direitos dos empregados domésticos (PLP 302/13); e regras de segurança para casas noturnas (PL 2020/07).

Também podem ser votadas duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a 197/12, que fixa novos critérios para rateio do ICMS incidente nas vendas do comércio eletrônico, e a 10/11, que obriga gestores a cumprir promessas de campanha. Estão na pauta ainda as propostas de regulamentação da investigação de acidentes aéreos (PL 2453/07) e de aposentadoria especial para mulheres policiais (PLP 275/01).

Da Redação - DC

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Reviravolta: Eliziane Gama consegue apoio do PSDB, PTB e Solidariedade

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Ninguém esperava por essa. Mas a deputado estadual e pré-candidata ao Governo do Maranhão pelo PPS, Eliziane Gama, conseguiu o apoio de três poderosos partidos.

Gama agregou os apoios do PTB, que fazia parte da base governista, do Solidariedade, que fazia parte do grupo de oposição, e o grande apoio do PSDB.

A notícia vai cair como uma bomba nas duas bases: governo e oposição. Tanto Flávio Dino quanto Edinho Lobão contavam com o apoio do PSDB, mas nunca imaginavam que pudessem perder o apoio de seus aliados.

Em reunião realizada ontem, dia 8, em Brasília, entre os deputados federais Pedro Fernandes (PTB), Simplício Araújo (SDD), Carlos Bradão, Pinto da Itamaraty e o ex-prefeito de São Luis, João Castelo ficou definido o apoio à pré-candidatura de Eliziane Gama ao Governo do Maranhão.

A popular-socialista deu uma grande reviravolta e garantiu apoios importantes para sua pré-candidatura. Toda informação foi confirmada por fontes tucanas.

O Blog do Luis Pablo apurou que o acordão entre os partidos foi que a chapa majoritária será João Castelo ao Senado e Pedro Fernandes sendo candidato à reeleição e indicando o vice de Eliziane.

Tudo foi acordado entre os líderes dos partidos, que demonstraram insatisfação com os ex-aliados.

Fonte: http: www.luispablo.com.br

Edinho Lobão sepulta esperanças de João Alberto e confirma pré-candidatura ao governo

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O senador Edinho Lobão(PMDB) acaba de jogar uma ducha de água fria nas aspirações dos defensores da candidatura de João Alberto(PMDB) ao governo do Maranhão, em substituição a Luís Fernando Silva.

Ainda se recuperando de uma cirurgia, Lobãozinho disse, em entrevista à Rádio Mirante AM, na manhã desta quarta-feira(09), que aceita o ‘sacrifício’ de ser candidato ao governo.

“Foram realizadas pesquisas que me colocaram em primeiro lugar para o senado. Isso foi fundamental para que meu nome fosse colocado para essa disputa. Estou preparado para buscar soluções para meu estado. Estou pronto para fazer uma diferença definitiva para 6 milhões de brasileiros. Estou preparado para o desafio e vamos ter sucesso nessa campanha”, disse.

Sobre a situação de começar da estaca zero e sobre a possível debandada de lideranças, como o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, ele disse que vai trabalhar para manter os apoios garantidos à pré-candidatura de Luís Fernando e agregar outros.

“O candidato da oposição já se proclama vencedor. O que me dá certeza da vitória é que houve uma explosão com a minha entrada. As pessoas confiam na minha história. Poderei administrar o Maranhão com uma visão empresarial. Estou encontrando muita facilidade nas conversas com lideranças. Essa história do já ganhou não vai funcionar. Meu objetivo é manter a base e agregar o que o Luís Fernando não tinha. O prefeito Madeira representa uma região importante e não terei dificuldades de conversar com ele. O PT é importante e estamos em conversar com lideranças nacionais e vou procurar as lideranças do partido no estado. Tenho a convicção que tenho a capacidade de agregar mais apoio para ganhar essa eleição”, acrescenta.

Edinho disse, ainda, que vida de governador é de sacrifício e que é mais tranquilo ser senador.

“Isso chegou a mim sem eu ir atrás. Deus tem uma missão pra mim. Estou preparado e chegarei ao final dessa jornada como Deus quiser”, diz ele.

O senador acrescenta que pretende, caso eleito, fazer uma gestão empresarial no governo, buscando resultados positivos.

“Sou empresário há mais de trinta anos. Espero trazer para dentro do governo uma visão empresarial. Estou preparado. Vou fazer mudanças permanentes e de resultados para o Maranhão. Vamos fazer, todos nós, lideranças de nosso grupo, um governo que o Maranhão merece”, destaca.

Sobre o desafio de entrar no jogo somente agora, Lobãozinho, mostra-se confiante.


“Tenho como chegar ao coração da população. A hora da verdade não me traz medo. Estou pronto para reunir nosso grupo político para essa disputa. Pretendo não só contar com as lideranças que apoiavam Luís Fernando, mas vou procurar buscar outras. Meu pai, o ministro Lobão, foi o senador mais votado na história política do Maranhão. Nosso grupo é forte. Vamos fazer um governo com a participação de todas as lideranças. A classe política estará devidamente motivada para essa eleição”, completou.

Fonte. Blog Gilberto Lima

Petrobras: Comissão do Senado aprova CPI ampla

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Sob protestos da oposição, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, em votação simbólica, o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) favorável a uma CPI da Petrobras ampla, que investigue não apenas a compra da refinaria de Pasadena (EUA) e outras denúncias de má gestão da estatal, mas também denúncias de irregularidades nos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal e no porto de Suape, em Pernambuco.

A manifestação da CCJ foi resultado de consulta do presidente do Senado, Renan Calheiros, com base em entendimento da Mesa de que seria possível a criação de uma única CPI com investigação ampla. Esse entendimento contraria demanda da oposição para criação de uma CPI exclusiva da Petrobras, pois permite a inclusão de outros fatos apresentados em requerimento assinados por senadores da base do governo.

A comissão acatou entendimento do relator, de que uma CPI pode tratar de fatos diversos e de que haveria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e na Lei das CPIs (Lei 1.579/1952) determinando que, "se forem diversos os fatos investigados, a comissão dirá, em separado, sobre cada um".

Com a decisão da CCJ, vai ao Plenário parecer favorável a uma CPI ampla.

A CCJ seguiu voto de Romero Jucá e rejeitou um outro fato proposto pelos governistas, prevendo investigação de superfaturamento de convênios firmados por órgãos estaduais e municipais para compras com recursos da União, por considerar que não se trata de fato determinado, o que impede que seja objeto de investigação da CPI.

Também foi acatada sugestão de Jucá para envio de consulta ao STF, para orientar decisões futuras do Congresso, sobre a constitucionalidade de requerimento que contenha múltiplos fatos determinados para criação da Comissão Parlamentar de Inquérito.

A reunião da CCJ transcorreu em clima tenso. Enquanto a oposição argumentava que a inclusão de fatos fora da esfera da estatal fere o direito da minoria de fiscalizar o governo, a base de apoio da presidente Dilma Roussef alegava que os fatos determinados para apuração no pedido de CPI protocolado pelos oposicionistas são desconexos, apesar de se referirem todos à Petrobras.

- Não vou me submeter a essa votação porque o direito não está mais aqui, o direito agora está no Supremo Tribunal Federal - afirmou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), por volta das 10h30, referindo-se ao mandado de segurança impetrado na manhã de terça-feira (8) para garantir a CPI exclusiva, já que um adendo apresentado pela base do governo incluiu no rol das investigações denúncias de irregularidades nos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal e no porto de Suape, em Pernambuco.

A reunião de hoje da CCJ é a continuação da iniciada ontem e suspensa em razão de votações no Plenário. Formalmente o que se está discutindo é o recurso à decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros, que permitiu a instalação de uma CPI ampla. O recurso à comissão é do próprio Renan e está sendo relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), favorável à inclusão de outros temas além das suspeitas de má gestão e desvio de recursos na Petrobras, como, por exemplo, a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pelo valor total de U$ 1,2 bilhão. Há estimativas de que a refinaria foi comprada por valor muito acima do que realmente vale.

Durante o debate, a senadora Gleisi Hofmann (PT-PR) acusou a oposição de usar a CPI "com objetivos eleitorais", ou seja, com o fim de provocar o desgaste político do governo com vistas à eleição presidencial em outubro, já que Dilma Rousseff era a presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando o negócio de Pasadena foi aprovado.

Ela adiantou que os governistas vão entrar igualmente com mandado de segurança no Supremo pedindo a anulação do pedido de CPI feito pela oposição, por entender que os fatos determinados não guardam relação entre si. Além da compra da refinaria, a oposição quer investigar denúncias de pagamento de propinas a dirigentes da Petrobras, o lançamento de plataformas ao mar sem equipamentos de segurança e irregularidades nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

- A verdade é que o PT e o governo não querem investigar nada. Se for aprovada uma CPI para investigar e misturar Petrobras, porto e metrô, é não querer fazer nada - disse o senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse durante o debate hoje na CCJ. Ele criticou ainda a decisão de Renan, que ao invés de instalar a CPI mandou o processo à CCJ.

Simon lembrou a história e a trajetória do PT na oposição, e destacou que “é um erro político”, impedir a investigação da compra bilionária de uma refinaria nos Estados Unidos pela Petrobras, posição compartilhada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR).

- Não devemos abandonar a votação. Devemos ficar e votar porque não há sentido em deixar de investigar a Petrobras - disse Requião.

Simon recordou as explicações da presidente da República que admitiu ter autorizado o negócio de Pasadena porque se baseou em documento falho do ponto de vista técnico e político. O diretor responsável pelo documento foi demitido há poucos dias, enquanto outro está preso acusado de lavagem de dinheiro.